então tá. décadas depois, eis que a menina aparece.
o mais curioso é que me sinto bastante próxima daqueles que costumam aparecer por aqui, simplesmente pelo fato de que consegui passar algum tempo ao lado deles durante esse final de ano. acredito que nem mesmo as novidades ainda sejam novas, já que ando compartilhando planos e projetos com todos.
seja como for, isso aqui ainda é um lar e tenho problemas duplos: com abandonos e cobranças. por isso voltei (sempre volto).
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buenas, tenho a dizer que li um bocado de livros emprestados pela virginia (merci, chérie) e comprei mais um bocado (presentinho de ano novo) sobre os quais ainda engatinho.
dentre os já lidos, digo, repito, encho o saco de todo mundo sobre o mia couto. pra mim, a delicadeza move o mundo (pelo menos o da minha cachola), e o mia couto dá uma força para esse mundo delicado girar. ao mesmo tempo em que trata das questões de moçambique (política, guerra, onu) traz uma imaginação do mundo e das palavras sem igual.
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acho que era isso. queria colocar uma foto bem linda do sertão do ribeirão da ilha e mais outra da praia da solidão. mas as fotos não estão aqui, e de mais a mais só esses nomes já trazem a poesia necessária para essa postagem.
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uia, o nome do livro do moço citado é 'o último voo do flamingo'.