terça-feira, 12 de janeiro de 2010

boluda

bruno e paula, usei descaradamente cã de vocês.
boluda, a encarnação canina da personalidade.
tirei daqui.
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solidão


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praia da solidão, bem ao sul de florianópolis. a ilha inteira lotada de turista e esse lugar assim, lindo e tranquilo.




segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

pois é

então tá. décadas depois, eis que a menina aparece.
o mais curioso é que me sinto bastante próxima daqueles que costumam aparecer por aqui, simplesmente pelo fato de que consegui passar algum tempo ao lado deles durante esse final de ano. acredito que nem mesmo as novidades ainda sejam novas, já que ando compartilhando planos e projetos com todos.
seja como for, isso aqui ainda é um lar e tenho problemas duplos: com abandonos e cobranças. por isso voltei (sempre volto).
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buenas, tenho a dizer que li um bocado de livros emprestados pela virginia (merci, chérie) e comprei mais um bocado (presentinho de ano novo) sobre os quais ainda engatinho.
dentre os já lidos, digo, repito, encho o saco de todo mundo sobre o mia couto. pra mim, a delicadeza move o mundo (pelo menos o da minha cachola), e o mia couto dá uma força para esse mundo delicado girar. ao mesmo tempo em que trata das questões de moçambique (política, guerra, onu) traz uma imaginação do mundo e das palavras sem igual.
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acho que era isso. queria colocar uma foto bem linda do sertão do ribeirão da ilha e mais outra da praia da solidão. mas as fotos não estão aqui, e de mais a mais só esses nomes já trazem a poesia necessária para essa postagem.
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uia, o nome do livro do moço citado é 'o último voo do flamingo'.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

rien de rien

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tu es le jamais de mon toujours...

sábado, 24 de outubro de 2009

musée rodin

o museu rodin fica na casa em que morava o rodin. tem as suas esculturas originais, e sua grande obra, a porta do inferno. mas tem também, e isso é o melhor de tudo, algumas esculturas da camille claudel. é o museu mais lindo do mundo.
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La Vague (ou: Les Baigneuses) - da camille claudel
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não me lembro o nome dessa escultura, mas lembro que no filme (camille claudel), a camille ajudava o rodin a fazê-la.
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o pensador (e a pensadora)
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abrindo as portas do inferno, com uma ajudinha da dani (todas as outras obras do rodin estão na porta).
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Les Bourgeois de Calais (menos eu, que sou proleta)
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o humilde jardim do auguste.



les invalides

les invalides: é um enorme monumento parisiense, cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos. hoje em dia, continua acolhendo os inválidos, mas é também uma necrópole militar e sede de vários museus.
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pedra da roseta (que ajudou geral a decifrar os hieroglifos)
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túmulo do napoleão bonaparte (imenso para tão pequeno homem)
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jardim dos invalides, com a torre eifel ao fundo (moi et dani, florzinha querida que conheci na viagem)

$pose antes de entrar no museu (a tônica das fotos é: lenina metida se achando em paris)

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

still alive

pra quem, citando bethania/caetano, 'não sentiu o suingue de henri salvador'...

http://www.youtube.com/watch?v=WcIrnIo_Hao&feature=related

quarta-feira, 15 de julho de 2009

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Canção
(Emílio Moura)

Viver não dói.
O que dói é a vida que se não vive.
Tanto mais bela sonhada, quanto mais triste perdida.
Viver não dói.
O que dói é o tempo, essa força onírica
em que se criam os mitos
que o próprio tempo devora.
Viver não dói.
O que dói é essa estranha lucidez,
misto de fome e de sede com que tudo devoramos.
Viver não dói. O que dói,
ferindo fundo, ferindo,
é a distância infinita
entre a vida que se pensa
e o pensamento vivido.
Que tudo o mais é perdido.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

talavera de la reina

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gurias empolgadas saem a conhecer o mercado público de poa e seus arredores.
a 'fonte talavera de la reina', local das duas primeiras fotos, foi um presente da colônia espanhola ao povo portoalegrense em celebração aos 100 anos da revolução farroupilha. é o marco zero da cidade.



segunda-feira, 8 de junho de 2009

ventos do sul

como se o frio curitibano não bastasse, as três irmãs escolheram um novo porto, mais ao sul.
é bem verdade que, em termos absolutos, curitiba continua sendo mais geladinha. mas o tal do minuano faz com que o sol seja imensamente apreciado a cada minutinho do dia.
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apesar do frio, porto alegre é linda e cheia de vida. tem uma porção de museus e cantinhos charmosos, tem parques e briques lotados, e tem por-do-sol à beira rio.
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voilà nosso belo fim de tarde na usina do gasômetro. perfeito.